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sexta-feira, 14 de abril de 2017

I Seminário de Direito à Educação Inclusiva de Glória do Goitá


O termo inclusão ainda se confunde com integração, prática que visava a modificação do deficiente na direção do que a maioria considera normal para ser aceito na sociedade, modelo desenvolvido nas décadas de sessenta e setenta.
Nos anos oitenta iniciou-se o movimento de inclusão que pressupõe mudança na sociedade para que esta consiga acolher e aceitar com naturalidade a pessoa portadora de necessidades especiais. Cabe à escola, o papel fundamental de proporcionar a enriquecedora experiência de troca, de afeto, de aceitação das diferenças entre os estudantes surdos e ouvintes. É um processo amoroso que exige treinamento dos professores, um ótimo planejamento anual do Projeto Político Pedagógico (PPP) e uma série de medidas que busquem a sensibilização e preparação da comunidade escolar. Muito ainda há para ser feito por parte de todos: governo, escola, comunidade, professores e pais. O trabalho desenvolvido no ensino regular na escola da rede municipal de Gloria do Goitá foi o foco da minha fala.

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