quarta-feira, 24 de maio de 2017

Sarau da Paquevira

Domingo, 21 de maio, vivenciei uma tarde maravilhosa num lugar lindo com gente linda. Fui convidada por amigos para participar de um Sarau com o grupo Apoema. Antes fizemos um passeio fabuloso pela propriedade, entre milhares de borboletas coloridas conhecemos uma grande variedade de árvores nativas, todas plantadas pelo dono da chácara que nos acompanhou e deu uma verdadeira aula ecológica. Depois da visão e do contato privilegiado com tanta beleza alimentamos nossa alma com literatura e música. No final um lanche delicioso nos esperava na varanda da casa. Foi mágico! Pura poesia!


sexta-feira, 14 de abril de 2017

I Seminário de Direito à Educação Inclusiva de Glória do Goitá


O termo inclusão ainda se confunde com integração, prática que visava a modificação do deficiente na direção do que a maioria considera normal para ser aceito na sociedade, modelo desenvolvido nas décadas de sessenta e setenta.
Nos anos oitenta iniciou-se o movimento de inclusão que pressupõe mudança na sociedade para que esta consiga acolher e aceitar com naturalidade a pessoa portadora de necessidades especiais. Cabe à escola, o papel fundamental de proporcionar a enriquecedora experiência de troca, de afeto, de aceitação das diferenças entre os estudantes surdos e ouvintes. É um processo amoroso que exige treinamento dos professores, um ótimo planejamento anual do Projeto Político Pedagógico (PPP) e uma série de medidas que busquem a sensibilização e preparação da comunidade escolar. Muito ainda há para ser feito por parte de todos: governo, escola, comunidade, professores e pais. O trabalho desenvolvido no ensino regular na escola da rede municipal de Gloria do Goitá foi o foco da minha fala.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Modelos Bilíngue e Escola Inclusiva


Segundo Sá (2002), uma educação Bilíngue é muito mais que o domínio ou uso de duas línguas. É necessário ver a educação de surdos sendo caracterizada tanto como uma educação bilíngue quanto uma educação multicultural.

A autora afirma que uma educação bilíngue que não seja embasada em uma perspectiva multicultural corre o risco de valorizar a questão linguística e esquecer todos os demais aspectos inter-relacionados. Acredita-se que a língua, ou qualquer outra forma de expressão está diretamente ligada com a cultura do indivíduo.
Enfim, a abordagem educacional bilíngue visa capacitar a pessoa surda para utilização de duas línguas (Libras e Língua Portuguesa oral e escrita) na rotina escolar e na vida social, em que surdos e ouvintes convivem no mesmo espaço e compartilham das mesmas situações de aprendizado (DAMÁZIO, 2007).

A Constituição Federal (1998), art. 205, afirma que “A Educação é direito de todos”. Entendemos assim que a educação tem como base a aceitação e valorização das diferenças, incluindo todas as pessoas, independentes de sua condição física ou psíquica. Nessa perspectiva é que falamos em inclusão escolar. O conceito de escola inclusiva busca entender, respeitar e divulgar o direito de todos os estudantes com necessidades especiais, oferecendo-lhes uma educação de qualidade sem nenhum tipo de exclusão.

A estrutura do modelo inclusivista utiliza o bilinguismo, pois todas as ações se desdobrarão a partir daí. Esse fator marcou mudanças positivas na educação dos surdos e na escola que adota a prática inclusiva, já que precisa adotar um trabalho pedagógico voltado para este modelo.

O professor ouvinte deve conhecer a Língua Brasileira de Sinais, mesmo com a presença de intérprete na sala de aula, pois ele precisa comunicar-se bem com seus alunos surdos. Introduzir o ensino da LIBRAS no currículo da escola inclusiva é fundamental.

Zezinha Lins





segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Inclusão Escolar


A prática da inclusão deve estar a serviço do aluno de acordo com suas necessidades, para que não haja integração disfarçada de inclusão. E que surdos e ouvintes compartilhem os conhecimentos trazidos por eles e novos conhecimentos adquiridos na escola. É coerente que a educação Bilíngue não esteja apenas a serviço dos estudantes surdos, mas também dos ouvintes, visto que a inclusão acrescenta aprendizados no grupo como um todo.

A inclusão escolar foi um avanço social, passo importante para que os estudantes deficientes auditivos possam trocar experiências e conhecimentos com seus colegas ouvintes. Porém, essa mesma inclusão exige um bom preparo do estudante, do professor e da escola para que todos se sintam capacitados a participar deste processo. Entre as diversas barreiras que existem, a principal é a comunicação, é necessário que a escola busque conhecer as reais necessidades dos estudantes para que possa realizar um bom trabalho, caso contrário, teremos estudantes desmotivados, e com dificuldades de aprendizagem por estarem inseridos em ambientes hostis.

Durante uma entrevista com a intérprete da sala de aula em estudo, (A mesma que já acompanhava os alunos no ano anterior na sala especial), foi feita a seguinte pergunta: Sair da sala especial para uma sala regular foi favorável ou não para o desenvolvimento social e cognitivo dos estudantes surdos?
Resposta: “A inclusão foi totalmente favorável para o desenvolvimento dos surdos, eles aprenderam muito com os ouvintes e também os ensinaram, pois cada um tinha bastante o que ensinar para o outro, a sala de aula se tornou um espaço bilíngue e todos ganharam com isso. Como afirma Vygotsky, aprendemos com a interação e com o meio em que vivemos. ”

Zezinha Lins

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A Inclusão do Estudante Deficiente Auditivo na Escola Regular



A inclusão de estudantes com deficiência auditiva na escola regular é um tema preocupante que precisa ser abordado a partir de diferentes perspectivas, dentre elas, o direito à cidadania e ao conhecimento e uso de forma eficaz da Língua de Sinais além da Língua Portuguesa
A definição do tema escolhido, A Inclusão do Estudante Deficiente Auditivo no Ensino Regular na Escola da Rede Municipal de Glória do Goitá, foi baseada na necessidade que sentimos como professores, de conhecer mais profundamente a cultura surda e tudo o que envolve a inclusão para melhor atendê-los de acordo com as suas reais necessidades neste primeiro ano de implantação da inclusão na escola em análise.
A aplicação de uma metodologia inadequação para os estudantes surdos resulta num desenvolvimento das competências muito aquém do desempenho dos alunos ouvintes. Mesmo sabendo que suas capacidades cognitivas iniciais sejam semelhantes, faz-se necessário uma tomada urgente de medidas que favoreçam o desenvolvimento pleno desses estudantes. Embora esse assunto já tenha sido amplamente abordado e esses estudos resultem em um referencial bibliográfico rico e heterogêneo, é importante verificar como está sendo desenvolvido o trabalho de inclusão desses estudantes em nosso município na perspectiva de todos que estão envolvidos nesse processo.
O termo inclusão ainda se confunde com integração, prática que visava a modificação do deficiente na direção do que a maioria considera normal para ser aceito na sociedade, modelo desenvolvido nas décadas de sessenta e setenta.
Nos anos oitenta iniciou-se o movimento de inclusão que pressupõe mudança na sociedade para que esta consiga acolher e aceitar com naturalidade a pessoa portadora de necessidades especiais. Cabe à escola, o papel fundamental de proporcionar a enriquecedora experiência de troca, de afeto, de aceitação das diferenças entre os estudantes surdos e ouvintes. É um processo amoroso que exige treinamento dos professores, um ótimo planejamento anual do Projeto Político Pedagógico (PPP) e uma série de medidas que busquem a sensibilização e preparação da comunidade escolar. Muito ainda há para ser feito por parte de todos: governo, escola, comunidade, professores e pais, porém o trabalho desenvolvido no ensino regular na escola da rede municipal de Gloria do Goitá será o foco deste estudo.
Afinal, partindo do pressuposto de que a inclusão do estudante deficiente auditivo não é apenas o ato de inseri-lo na sala de aula, mas torná-lo sujeito ativo no processo do seu aprendizado, livre de qualquer tipo de discriminação, faz-se necessário também que a identidade pessoal e social do estudante seja respeitada. A escola regular é um ambiente ideal para que isso aconteça.


Zezinha Lins


quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Tendência Liberal Renovada Progressista



Ao comparamos com cuidado
A Tendência Tradicional
Com a Tendência Liberal
Renovada Progressista
Diferenças grandiosas
Haveremos de notar:
Se antes o professor
Era o grande protagonista
Do encanto e da beleza
Do ensinar e aprender,
Hoje percebemos
Que não é bem assim
O aluno ganha o foco
E o ator principal
Tudo o que se faz
De bom na educação
Buscando excelência
Com grande dedicação
É pensado para ele
É com ele a aplicação.
O fazer para aprender
Ganha destaque especial
A pesquisa, os experimentos
Ganham valorização
Assim, vem a descoberta
Mentes se abrem mais
Nasce um mundo novo
E o conhecimento se faz.


Zezinha Lins

Sarau da Paquevira

Domingo, 21 de maio, vivenciei uma tarde maravilhosa num lugar lindo com gente linda. Fui convidada por amigos  para participar de um Sarau...